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 O pastor é o ministro do evangelho apto para exercer a direção espiritual e administrativa de uma Igreja Local e a presidência do respectivo Conselho.

ATRIBUIÇÕES DO PASTOR:


I – o ensino das Santas Escrituras;

II – apascentar o rebanho do Senhor; 

III – batizar, celebrar a Ceia do Senhor e realizar demais ofícios religiosos; 

IV – participar das reuniões do Presbitério e da Assembleia Geral; 

V – a impetração da bênção apostólica; 

VI – celebrar o casamento religioso com efeito civil; 

VII – administrar a Igreja Local, juntamente com o Conselho; 

VIII – cumprir as funções que lhe forem designadas pelo Presbitério e demais Concílios superiores.

ATRIBUIÇÕES DO PASTOR DO PASTOR AUXILIAR:

São atribuições dos pastores auxiliares as exaradas nos incisos I a V, VII e VIII do artigo anterior.

Os pastores auxiliares devem exercer as atividades inerentes ao seu cargo sob a orientação do seu supervisor.

DIREITOS DO PASTOR:

I – licenciar-se, mediante entendimento com seu Presbitério;

II – transferir-se para outro Presbitério, desde que não esteja sob processo disciplinar; 

III – prestar serviços a entidades, mediante permissão anual do seu Presbitério, atendido o disposto no artigo 3º, inciso XIII, deste Regimento; 

IV – cursar, livremente, seminários, escolas seculares, inclusive a de nível superior, mediante entendimento com o Conselho e Presbitério; 

V – gozar férias anuais de 30 dias, com adicional de 1/3 (um terço) sobre suas prebendas, e receber o décimo terceiro salário; 

VI – ser inscrito como beneficiário em Plano Básico de Saúde, juntamente com sua esposa, às expensas da Igreja Local que pastoreia. 

VII – receber credencial expedida pela Secretaria Central

DIREITOS DO PASTOR AUXILIAR:

É assegurado aos pastores auxiliares o previsto nos incisos II, IV, V, VI e VII do artigo anterior, mais o direito de participar das reuniões do Conselho da Igreja Local e das reuniões dos Concílios superiores, podendo votar, sem serem votados.

 

REQUISITOS DOS PASTOR E PASTOR AUXILIAR: 

 I – ser cheio do Espírito Santo;

II – ter as características espirituais descritas em 1 Tim 3: 2-7 e Tito 1: 5-9; 

III – aceitar e cumprir plenamente a doutrina da IPRB; 

IV – ser dizimista; 

V – não exercer atividade secular sem o prévio entendimento com o Conselho e Presbitério; 

VI – acatar e defender todas as decisões emanadas dos Concílios a que se achar subordinado.

É VEDADO AOS PASTORES:

I – celebrar casamento religioso com efeito civil de pessoas que não sejam membros de uma igreja evangélica ou, sendo membros, que não estejam em plena comunhão;

II – assumir responsabilidade financeira que comprometa seu orçamento; 

III – ministrar ensino que contrarie a orientação da IPRB; 

IV – ceder o púlpito a obreiro visitante, cuja linha doutrinária seja estranha ao pensamento bíblico ou incompatível com a doutrina da IPRB; 

V – envolver-se em obra de assistência social, sem a devida permissão do Presbitério.